Nos últimos episódios de Bobagens Imperdíveis:
Nossa investigadora continua em busca de sinais de um disco voador. Qualquer sinal de que exista algo fantástico além da realidade apocalíptica que nos é servida todos os dias no noticiário. Mas a visibilidade do céu não está das melhores.
Andamos olhando bastante para cima, é verdade. Veja, voltaram à Lua e mandaram uma porção de fotos do seu lado oculto! Ao mesmo tempo, quase não dá para enxergar um futuro no horizonte esfumaçado.
Se a ficção científica deu tantas pistas sobre o mundo que se tornou nosso presente, com robôs assassinos e distopias cyberpunks, quando é que finalmente poderemos ver os aliens entrarem em cena? Mal posso esperar para ter outras formas de vida para tentar me comunicar (e falhar miseravelmente).
É então que avisto um disco. Não apenas um, são vários.
A voz que ecoa deles diz que vem em paz, que traz uma mensagem, mas que cabe a mim decifrá-la. É sobre a localização de um bom lugar que não existe, mas que precisa ser construído.
Os discos me levam numa viagem. Para o passado, para outras realidades, para futuros distantes. Para o início, para o meio, para o fim.
No episódio de hoje, vamos falar de um artista visionário.
Raul Seixas tinha visão por trás daqueles óculos escuros. Também era muito bom em contar histórias, criar personagens, usar o humor e comunicar suas ideias a multidões.
Dediquei o episódio mais longo de Bobagens até hoje (!) para olhar atentamente para suas letras. Qual é a história fantástica que elas contam? O que era a Sociedade Alternativa? Quem é o moço do disco voador?
Toca Raul:
🛸 Especial com 49 minutos de Raul Seixismo
Disponível na plataforma de sua escolha.
outros episódios em que me atrevi a falar sobre música brasileira:
“Abram seus olhos porque a ironia acordou e habita em todas as coisas”.
— Raul Seixas e Paulo Coelho, em “A Fundação de Krig-Ha”
Espero que goste de ouvir!
Aproveita e me conta: Raul Seixas te influenciou de alguma forma? Como você se relaciona com as músicas dele? Fique à vontade para me responder.
Beijos com gosto de maçã,








Ainda nem ouvi o episódio, mas queria já deixar o comentário: Raul foi a minha iniciação à música, depois dele foi um caminho sem volta! Curioso para ouvir o que você falou sobre esse cara que já foi pantera, hippie, beatnik, católico, budista e protestante!
Eu to ansiosa para ouvir o episódio, mas quis passar aqui antes pra não esquecer. Minha história com Raul é curiosa e fofa. Aos 9 anos meu pai comprou uma fita k7 pirata com músicas do Raul e eu fiquei apaixonada. A minha favorita era Capim Guiné, sem nem saber o que significava. Ano passado, minha filha, aos 9 anos, leu um livro sobre Al Capone e eu mostrei a música de Raul a ela. Desde então se tornou mais uma fã mirim. A favorita dela é Aluga-se. Sinal dos nossos tempos?