Práticas de aproximação

Divisa entre Bolívia e Brasil e a professora Suzana dentro de um ônibus fazendo a travessia. De olhar e de ouvir, não dá para saber se ela é boliviana ou brasileira. Em portuñol — essa mistura que coloca português e espanhol para dançarem juntos —, ela conta para a câmera sobre como as pessoas se comunicam naquele lugar. Suzana explica que, na fronteira, tida como lugar de divisão, as pessoas acabam criando práticas de aproximação — a mistura dos idiomas é uma delas.

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